Dados e tendências de mídia regional
Estudos, rankings e análises sobre o mercado de mídia regional brasileiro: as tendências, o comportamento da audiência e os dados que movem os veículos de todo o país.
14 resultados para “conteúdo de marca” em Anunciantes

Social Extender: por que estender seus criativos de social para a mídia regional
Social Extender é a distribuição dos criativos já produzidos para redes sociais em veículos de comunicação, usando formatos IAB padrão de display e vídeo. O anunciante não produz nada novo: pega a peça que já foi aprovada, já rodou e já tem aprendizado de performance, e a coloca para trabalhar em ambientes editoriais, com alcance incremental fora das plataformas, segmentação por praça e métricas auditáveis.

Journafluencers: Jornalistas como influenciadores regionais de alta credibilidade.
Journafluencers, também chamados de newsfluencers, são jornalistas que acumulam audiência própria nas redes sem abrir mão do vínculo com o veículo e do método de apuração. Para o anunciante, essa combinação resolve o ponto fraco da creator economy: o alcance dos criadores cresceu, mas a confiança não acompanhou. O jornalista regional entrega as duas coisas ao mesmo tempo, com um terceiro elemento que nenhum perfil nacional tem: território.

CTV cresce 23,7% em 2026: o alcance é nacional, mas a venda continua sendo feita na esquina
O investimento em publicidade em CTV (TV conectada) deve crescer 23,7% no Brasil em 2026, segundo o relatório O Panorama do Vídeo Digital na América Latina 2026, da MiQ. O brasileiro consome, em média, quatro horas diárias de vídeo e administra 8,2 serviços de streaming por domicílio. CTV entrega alcance e segmentação por perfil, mas não resolve, sozinha, a necessidade de presença local recorrente que converte intenção em venda na praça onde o consumidor está.

R$ 42,7 bilhões e nenhum mapa: o que o Digital Adspend 2026 diz, e não diz, sobre o Brasil que compra
O Digital Adspend 2026, do IAB Brasil com o Ibope, mostra um mercado de R$ 42,7 bilhões, com 81% da verba em redes sociais e busca, consumidores dizendo que confiança e contexto pesam cada vez mais na atenção e anunciantes assumindo a compra direta. O que o estudo não mostra é onde esse dinheiro cai: não há um único recorte geográfico em mais de trinta páginas. Cruzado com o Painel Cenp-Meios, em que 68% do investimento das agências é de alcance nacional, e com o consumo real, que está majoritariamente no interior, o quadro é de um mercado que planeja nacional e vende regional. Este artigo lê o estudo, página por página, e propõe a pergunta que todo diretor de marketing deveria fazer ao fechar o PDF: e o meu endereço?

Mídia Programática ou Mídia Problemática? Por que a eficiência está no território
A mídia programática deixa de ser eficiente quando o anunciante não sabe quanto do investimento chega ao veículo, onde o anúncio foi exibido e para quem. O estudo de referência da ANA mostrou que apenas 36 centavos de cada dólar que entra em uma DSP efetivamente chegam ao consumidor. Campanhas com inteligência territorial reduzem esse desperdício por três caminhos: cadeia de compra mais curta e auditável, inventário de veículos locais com audiência real e leitura do Brasil por microrregião, e não por média nacional.