Dados e tendências de mídia regional
Estudos, rankings e análises sobre o mercado de mídia regional brasileiro: as tendências, o comportamento da audiência e os dados que movem os veículos de todo o país.
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Como provar que mídia regional funciona: o método da incrementalidade por praça
Mídia regional não se prova com CTR. Prova-se com comparação entre praças que receberam a campanha e praças equivalentes que não receberam. Esse desenho, conhecido como teste geográfico ou geo lift, isola o efeito da mídia das outras variáveis do negócio e responde à única pergunta que a diretoria faz: o que teria acontecido se a gente não tivesse investido.

Social Extender: por que estender seus criativos de social para a mídia regional
Social Extender é a distribuição dos criativos já produzidos para redes sociais em veículos de comunicação, usando formatos IAB padrão de display e vídeo. O anunciante não produz nada novo: pega a peça que já foi aprovada, já rodou e já tem aprendizado de performance, e a coloca para trabalhar em ambientes editoriais, com alcance incremental fora das plataformas, segmentação por praça e métricas auditáveis.

Journafluencers: Jornalistas como influenciadores regionais de alta credibilidade.
Journafluencers, também chamados de newsfluencers, são jornalistas que acumulam audiência própria nas redes sem abrir mão do vínculo com o veículo e do método de apuração. Para o anunciante, essa combinação resolve o ponto fraco da creator economy: o alcance dos criadores cresceu, mas a confiança não acompanhou. O jornalista regional entrega as duas coisas ao mesmo tempo, com um terceiro elemento que nenhum perfil nacional tem: território.

Inventário regional não é sobra de leilão
No leilão aberto, o espaço publicitário do seu site é tratado como commodity e precificado pelo lance de quem não faz ideia de onde fica a sua cidade. Só que o seu inventário não é espaço genérico: é cobertura de uma praça específica, com uma audiência que marcas nacionais precisam alcançar e não conseguem comprar de outra forma. A diferença entre as duas leituras aparece direto no eCPM.

10 razões para investir em mídia com inteligência territorial
A maior parte do consumo brasileiro acontece fora das capitais, mas a maior parte da verba digital continua concentrada em ambientes que não conseguem segmentar essas praças. Isso cria uma assimetria rara em mídia: mais demanda potencial, menos concorrência e preço melhor, no mesmo lugar. As dez razões abaixo estão apoiadas em dados de IPC Maps, IBGE, IAB Brasil, ANA, Pew Research e Reuters Institute.

Fique de olho: tendências com integração de IA e novos formatos de conteúdo
Em 2025, o jornalismo se transformará com a integração da IA, personalização de conteúdo e valorização do jornalismo local. A ascensão de podcasts interativos e vídeos curtos, especialmente em plataformas como YouTube e TikTok, será central. A veracidade da informação e a checagem de fatos também seguem como uma preocupação para o setor.

Blockchain: a tecnologia da libertação para jornalismo, anunciantes e audiência
Block chain é a tecnologia chave para 2025. Talvez ainda não em implementação, porque é cara, mas em curva de aprendizagem. Assim como a inteligência artificial generativa (IAG) entrou no vocabulário de jornalistas com predomínio nos últimos anos, o blockchain está chegando e vem com força.

Editor, se você quer faturar, esqueça seu site
Editor, esqueça o site como protagonista! O tráfego e os anúncios migram para IA, redes sociais e criadores de conteúdo. Em 2025, vídeos e parcerias estratégicas dominarão a monetização. Sites serão base, mas diversificar é vital para relevância e receita no novo cenário digital.

Aner: Jornalismo, capacitação e combate à desinformação
A Aner superou desafios em 2024 com capacitação, parcerias estratégicas e combate à desinformação. Focada em inovação, uniu publishers, promoveu workshops e mira 2025 com eventos globais e expansão de colaborações, fortalecendo o mercado editorial para o futuro.