Blog

Alright Summit 2018 discute Brand Safety em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre

O evento que já acontece anualmente na capital gaúcha reunindo líderes de empresas do setor publicitário e tecnológico para debater o futuro das relações entre consumidores, marcas e veículos de comunicação, terá edição inédita nas outras duas capitais da Região Sul este ano (2018), acontecendo em Curitiba no dia 05/06, em Florianópolis no dia 06/06, e em Porto Alegre no dia 07/06.  

Combinando palestras e debates, o propósito do A/Summit é discutir o Brand Safety com grandes personalidades como Alice Salazar, empreendedora e influenciadora digital; André Torretta, ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil e sócio-fundador de A Ponte Estratégia; Luciana Burguer, diretora da ComScore Brasil; e Pyr Marcondes, diretor do Meio & Mensagem e Próxxima, além de outros grandes nomes de empresas líderes em tecnologia de marketing.

O evento será aberto em Curitiba, mas exclusivo para convidados em Florianópolis e Porto Alegre. Haverá transmissão gratuita da edição de Porto Alegre para quem quiser acompanhar o evento e participar ativamente com perguntas e comentários.

 

Confira mais detalhes e inscreva-se no A/Summit descendo a página!

 

Brand Safety, o tema da vez

Com o ambiente digital protagonizando a relação entre consumidores e marcas, certos questionamentos em relação à segurança para ambas as partes são indispensáveis. Vemos hoje grandes anunciantes saindo de plataformas que não garantem um ambiente adequado para as mensagens veiculadas, a luta contra fake news e discursos de ódio e, ao mesmo tempo, novas leis sobre proteção de dados sendo implementadas na Europa (GDPR) e podendo mudar todo o cenário da indústria da comunicação atual baseada em oferta programática.

Por isso, o Brand Safety será o grande tema deste ano, incluindo questões como transparência, auditoria na compra programática, relação da marca com influenciadores, segurança no uso de dados pessoais dos usuários e o papel dos produtores de conteúdo verificado neste contexto.

 

Confira os detalhes de cada A/Summit 2018

A/Summit Curitiba

Data, local e horário: 05 de junho no auditório central da UniCuritiba, das 8h30m às 12h.

Palestrantes: Alice Salazar, empreendedora e influenciadora digital; André Torretta, ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil e sócio-fundador de A Ponte Estratégia.

Debatedores: Carlos Tristan da Squid; Felipe Iacocca da IWM; Essio Floridi da Tradelab; Riza Soares da Smartclip Brasil; Fernanda Negrini da Outbrain; Caio Casado e Ricardo Moriwaki da In Loco; Eduardo Braga da Appnexus e Paulo Cesar Dias da Mosh.

 

Garanta sua participação presencial no evento inscrevendo-se aqui!

As vagas são limitadas!

 

A/Summit Florianópolis

Data, local e horário: 06 de junho no auditório de FIESC, das 8h30m às 13h.

Palestrantes: Alice Salazar, empreendedora e influenciadora digital; Luciana Burger, diretora da comScore Brasil e André Torretta, ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil e sócio-fundador de A Ponte Estratégia.

Debatedores: Carlos Tristan da Squid; Felipe Iacocca da IWM; Essio Floridi da Tradelab; Riza Soares da Smartclip Brasil; Fernanda Negrini da Outbrain; Caio Casado e Ricardo Moriwaki da In Loco; Eduardo Braga da Appnexus e Paulo Cesar Dias da Mosh.

 

A edição Florianópolis é exclusiva para convidados, mas você pode acompanhar a transmissão da edição Porto Alegre inscrevendo-se aqui!

 

A/Summit Porto Alegre

Data, local e horário: 07 de junho na sede da Alright (Rua Domingos Crescêncio 727, bairro Santana) com opção de manhã e tarde.

Palestrantes: Luciana Burger, diretora da comScore Brasil, Pyr Marcondes, diretor do Meio & Mensagem e Próxxima e André Torretta, ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil e sócio-fundador de A Ponte Estratégia.

Debatedores: Carlos Tristan da Squid; Felipe Iacocca da IWM; Essio Floridi da Tradelab; Riza Soares da Smartclip Brasil; Fernanda Negrini da Outbrain; Caio Casado e Ricardo Moriwaki da In Loco; Eduardo Braga da Appnexus e Paulo Cesar Dias da Mosh.

 

Acompanhe esse grande dia pela transmissão do evento de Porto Alegre inscrevendo-se aqui!

Mais informações pelo e-mail summit@alright.com.br ou pelo Whatsapp (51) 99588-3510.

 

Onde começa a transformação?

Por Fabiano Goldoni, Sócio da Alright Media


O termo “Indústria 4.0” talvez seja o conceito mais repetido nos últimos meses em sites de negócios ao redor do mundo. Estamos em direção a uma nova era de geração de valor baseada na conexão entre sistemas produtivos autônomos que vai mudar, inclusive, o conceito de indústria como processo de desenvolver e comercializar produtos. As etapas tradicionais, como análise de mercado, concepção, prototipagem e produção podem – e deverão – ser completamente alteradas na sua ordem, com a capacidade de interconexão entre dados, sistema de pagamento e produção sob demanda personalizada para cada indivíduo. É digitalização vertical da cadeia produtiva, do desenvolvimento de produto, da experiência de compra e da comunicação.

No Brasil, percebo que se fala muito, mas se faz pouco para avançar. Talvez porque seja muito grande a distância entre a realidade que temos hoje e o conceito futuro de sistema produtivos inteligentes. Entendo que existe uma etapa anterior que precisa ser superada para começarmos a sonhar com a Indústria 4.0 no Brasil. É a etapa da transformação digital. A digitalização dos negócios tem como premissa eliminar intermediários e acelerar processos. Ainda vivemos numa realidade extremamente analógica e linear. Uma realidade cheia de intermediários e processos burocráticos.

Nos últimos anos tenho acompanhado o desafio e o esforço de diversos líderes de empresas em digitalizar seus negócios. Compartilhamos artigos e literatura e discutimos sobre como alcançar este Santo Graal que é a Indústria 4.0. Notei que existe alguns padrões de modelo mental e de atitudes em comum entre aqueles que estão conseguindo evoluir nessa digitalização.

É preciso sujar as mãos

Para os empreendedores da era digital, cargos são obsoletos como títulos de nobreza da idade média. Você não vai ser respeitado só porque ostenta o cargo CEO, CMO, vice-presidente, diretor executivo ou qualquer outra condecoração listada no seu perfil do LinkedIn. Está cada vez mais fácil o acesso aos meios para desenvolver um negócio 100% digital. Se você não buscar conhecimento e contribuir de fato no dia a dia da digitalização da sua empresa, um empreendedor vai surgir entre seus funcionários e vai desenvolver o seu próximo concorrente.

É fundamental, não somente ouvir, mas considerar as visões e as ideias de todo colaborador que busca digitalizar algum processo ou experiência dentro da organização. Isso vai muito além da caixinha de sugestões. Geralmente são debates longos onde é preciso estar preparado para terminar a conversa com diversas anotações para buscar mais conhecimento e informação. Estamos falando da transformação radical de toda cadeia produtiva e desenvolvimento de produtos e serviços. Logo, isso precisa estar nas mãos dos líderes das corporações, de ponta a ponta, pegando junto de forma realmente empreendedora.

Uma frase clássica de Martin Luther King que resume este dilema: “(…) muitas pessoas se vêem vivendo em meio a um grande período de mudança social e, no entanto, não desenvolvem as novas atitudes, as novas respostas mentais que a nova situação exige. Eles acabam dormindo durante a revolução”. Portanto, não durma e não espere acontecer pelas mãos de outros.

Esqueça os seus concorrentes

Talvez este seja o maior desafio de todos para proporcionar uma transformação de impacto. Estamos no meio de uma revolução onde negócios tradicionais estão sendo ultrapassados por novas formas de entender todo o conjunto de fatores que gera riqueza. Muitas vezes o grande desafio é descobrir qual é o novo negócio da sua empresa.

Para usar um exemplo clássico, a Uber vale mais do que grandes montadoras. São formas completamente diferentes de gerar valor com o mesmo negócio de transportar as pessoas de um lado para o outro. Muito se fala que as startups mais valiosas são aquelas que encaram de forma mais adequada o desafio de resolver um problema ou facilitar a vida dos usuários. A maioria dessas grandes ideias não surgem de modelos convencionais na relação entre produtos e serviços oferecidos em troca do dinheiro das pessoas.

Parafraseando o fundador do PayPal, Peter Thiel, “Competir é para perdedores”, pois quanto mais você compete, mais você fica parecido todo o resto. Ou pior: você estará sempre um passo atrás tentando acompanhar. Portanto tente não se comparar tanto com seus concorrentes. Esqueça o que eles estão fazendo, ou como eles estão fazendo, para buscar a própria transformação. Provavelmente este é o primeiro passo para criar algo genuinamente disruptivo no seu segmento.

O marketing é um produto

Nos modelos de negócios digitais o consumidor passa a ser um usuário, não só um comprador ou cliente. A digitalização permite acumular uma audiência “acionável” através de tecnologias que vão desde o tradicional CRM, aplicativos e até a Internet das coisas em produtos conectados. A empresa que detém controle sobre uma audiência é capaz de acionar sistema produtivos baseados em dados.

Outra grande mudança de paradigma em relação a digitalização dos negócios diz respeito à forma como as empresas as marcas comunicam com seus consumidores. A publicidade deu lugar ao conteúdo, que por sua vez, tem como objetivo buscar autoridade e relevância sobre um determinado assunto. Dessa forma, o conteúdo como a base do marketing também passa a ser um agregador de audiência.

É um ciclo que se retroalimenta o tempo inteiro: a experiência de marca e a experiência de compra se tornam praticamente a mesma coisa em determinados momentos. Isso provoca um efeito espiral onde, quanto mais digitalizada é uma empresa, mais o marketing gera novos produtos através de suas próprias ações.

Um exemplo recente é a iniciativa do Grupo Pão de Açúcar com aplicativo Pão de Açúcar Mais. Depois de agregar uma audiência considerável através do aplicativo e reunir dados de consumo dos seus clientes, o Grupo Pão de Açúcar abriu o aplicativo para os bancos. Clientes do Itaú poderão fazer os pagamentos das compras através do aplicativo. Fica a pergunta no ar: o app é uma ação de marketing de relacionamento ou produto? Entendo que são as duas coisas.

Existem muitos outros pontos que podem ser relacionados como fundamentais para transformar um negócio para a era digital, baseada em dados, automação e inteligência artificial. Mas listei aqui o que eu acredito ser o começo de uma nova cultura que precisa ser implementada nas empresas. Podemos falar sobre aquisições, sobre incubação de startups, sobre parcerias estratégicas, compartilhamento de audiências, etc. O que nós não podemos é dormir durante a revolução.

Product-as-a-service: a importância da experiência de consumo

Por Celso Finkler, Secret Agent da Alright Media


“Cada vez mais as pessoas não precisam ter as coisas. Elas precisam ter acesso às coisas.”

Gabriela Manzini, jornalista especializada em comunicação estratégica, marketing digital e marketing de conteúdo


Estive no Fórum de Marketing Digital 2018, em Florianópolis, organizado pela Digitalks: e posso afirmar que foi intenso. Diversas abordagens sobre realidade virtual, realidade aumentada, user experience e tecnologias da neurocomunicação focaram em um mesmo conceito: o consumidor já não quer TER, como procurava anteriormente, agora ele busca SER. E seus consumos e gastos gira em torno disso.

Passamos hoje pela migração da Era da Informação para a Era da Experiência. Entramos em um novo momento em que a experiência que o consumidor tem com um produto ou serviço é o que importa de verdade.

Segundo o Gartner Group (empresa de consultoria fundada por Gideon Gartner) em seu último relatório sobre o futuro das experiências, é estimado que até 2022 grandes mudanças tecnológicas catalizarão transições nas organizações e em suas estratégias de marketing. E, até lá, 100 milhões de consumidores comprarão utilizando realidade virtual aumentada (como bots e assistentes de voz, que participarão da maioria das interações comerciais entre pessoas e negócios).

Entender estas tendências nos permitirá agir já agora para melhorar a experiência do consumidor e explorar oportunidades futuras. Inclusive, não deixe de ver as 10 previsões completas que nortearão o cenário digital até 2022, artigo do Gartner.

Ciência de dados para um experiência personalizada

A moeda para esta transformação será a ciência de dados cada vez mais personalizada à ação do consumidor, unificando os dados de empresas de canais online e offline a fim de modelar a experiência do consumidor. Esta junção criou um mundo chamado “phigital”, onde marcas já estão adotando o conceito onlife. A jornada do consumidor, mais do que nunca, torna-se elemento principal e um desafio na tomada de decisão das ações de marketing para que atendam às expectativas desse consumidor. A apresentação da In Loco Media, maior rede de anúncios mobile da América Latina, trouxe informações consistentes e pertinentes sobre a possibilidade de qualificar e encontrar este consumidor que está em busca de novas experiências.

No painel onde participou Sacha Juanuk, diretor de marketing da Mormaii, e na apresentação de Denise Thomazotti, gerente de marketing da FedEx, foi muito falado sobre a importância dos consumidores do futuro: os prosumers.

Com acesso cada vez maior às informações, as pessoas estão mais preocupadas com a sustentabilidade do planeta, os produtos ecologicamente corretos e a responsabilidade social das empresas que produzem aquilo que consumimos. E essas pessoas possuem perfis em redes sociais, mas vão além com blogs e sites. Criam e consomem conteúdo, compartilham, comentam, participam de debates e estão altamente conectadas com diferentes plataformas de interação online.

A Internet deu voz aos consumidores, que agora estão no controle da relação de consumo. Os prosumers sabem que se determinada marca/empresa não oferecer o melhor, a concorrência irá oferecer. Engajados, são os verdadeiros influenciadores e atuarão como defensores das marcas garantindo destaque, audiência, respeito e reputação através das mídias sociais.

Paralelo a isso, atuam como verdadeiros exponenciais decisores no rumo das marcas e empresas. Como exemplo disso, foi citado o atual momento da empresa Uber e similares, na cidade de São Paulo. Após tomar o mercado de transporte individual pago, antes monopolizado pelo uso de táxis, a Uber vem perdendo o espaço conquistado pois as cooperativas de transporte adaptaram os seus preços e ofereceram um diferencial local: a possibilidade de trafegar nos corredores de ônibus. Com isso, os táxis evitam os engarrafamentos constantes e agilizam a vida do passageiro. As cooperativas passaram a oferecer também a possibilidade de faturar o transporte corporativo, o que facilita em muito a vida financeira das empresas.

Como vender na realidade conectada?

Vivian Fowler, Media Manager da AMBEV para Stella Artois, Budweiser e Antarctica, apresentou uma relação muito interessante sobre a influência do consumo de mídia com o cenário de consumidores constantemente conectados. Segundo Vivian, temos que proporcionar a eles experiências de mídia também inovadoras, que agreguem uma mensagem à comunicação através de diferentes plataformas e possibilitem uma real interação do veículo com quem recebe a mensagem. A exemplo, ela citou as webséries produzidas pela Antarctica que, através de um storytelling consistente, alimentou a relação do consumidor com o produto, misturando ficção com realidade para construir a comunicação digital da marca.

Por fim, como mensagem principal do Digitalks: entender a jornada do consumidor, gerenciar e qualificar todos os dados que esta jornada oferece é fundamental para a retomada da rentabilidade das marcas e empresas, e para engajar esse consumidor em um ambiente multicanal. Cada vez mais é necessário buscar novas fontes de receitas que resultem em novos modelos de negócios, seja através serviços relacionados à Internet das Coisas (cidades inteligentes, veículos conectados, dispositivos vestíveis), venda de conteúdo (música e filmes) e, até mesmo, a disponibilização de informações de clientes, respeitando o seu total anonimato.

Campanhas mobile geolocalizadas: mídia no momento e local oportunos

Nós já falamos aqui sobre a importância de uma estratégia de mídia omnichannel bem construída. E é justamente pensando na integração do digital e do off que e as campanhas mobile geolocalizadas funcionam, para entender e impactar o consumidor de forma contextualizada e inteligente.

Os lugares frequentados revelam muito sobre uma pessoa: rotina e hábitos, gostos e possíveis necessidades, seu perfil de comportamento. E, hoje em dia, o smartphone costuma nos acompanhar em praticamente todas as atividades no dia a dia – incluindo o processo de compra – como uma extensão do corpo, onde quer que estejamos.

Segundo o relatório Total Retail 2017 da PWC, 73% dos brasileiros entrevistados gostaria de receber ofertas personalizadas e em tempo real. No entanto, apenas 44% está satisfeito com a abordagem das marcas. Esses dados revelam uma grande lacuna a ser trabalhada: o mobile marketing aliado à geolocalização.

Sabendo disso, a In Loco Media, a maior rede anúncios mobile da América Latina e parceira da Alright, trabalha com uma tecnologia de geolocalização precisa e indoor exclusiva para você usar seus esforços de mídia online em sinergia com o comportamento offline do consumidor e sua rotina. Usando justamente o smartphone como canal de comunicação, a estratégia usa a vantagem do geobehavior para atrair clientes tanto a lojas físicas quanto online, ou ainda para determinadas ações desejadas pela marca.

Tudo sobre a tecnologia de geolocalização precisa e indoor da In Loco Media

A tecnologia da In Loco funciona como uma espécie de GPS de extrema precisão, combinando outras tecnologias além do próprio GPS: com uma exatidão de 1 a 3 metros, é capaz de mapear e impactar tanto pessoas próximas a determinado local quanto dentro de ambientes fechados como, por exemplo, em uma loja sua ou mesmo da concorrência.

De forma simplificada, entenda em três etapas como a geolocalização mobile funciona:

1 – O GPS é usado para detectar e delimitar a área de localização em que a audiência se encontra, como em um raio de 100 metros de determinada loja em tal endereço.

2 – Através do sinal wi-fi, entende-se o ambiente indoor onde usuário e seu smartphone estão. Mas e se o usuário não se conectar ao wi-fi do estabelecimento? Não tem problema. A tecnologia funciona mesmo assim, apenas detectando a força do sinal.

3 – Os sensores inerciais – acelerômetro e campo magnético – do celular, que ficam ligados constantemente, auxiliam na interpretação dos movimentos e deslocamento no ambiente.

Estratégias mobile para toda a jornada de consumo

Considerando a maneira como a tecnologia da In Loco funciona, as possibilidades são inúmeras:

  • impactar pessoas que costumam frequentar determinados lugares e que estejam próximas do local alvo. O que revela os reais interesses delas e permite abordá-las momento ideal em suas rotinas;
  • atingir consumidores da concorrência durante ou após uma pesquisa de preço ou mesmo experiência de consumo;
  • promover uma ação de retargeting para conversar especificamente com sua própria audiência e estimular uma nova compra, visita à loja ou outra ação desejada.

Isso significa alcançar os consumidores de forma contextualizada e personalizada nas mais diferentes etapas da jornada de consumo com estratégias otimizadas pelo geobehavior:

Fonte: In Loco Media

E para todas as etapa existem ações específicas, online e offline, conforme os objetivos de campanha. O usuário pode ser direcionado:

  • para seu site, gerando tráfego;
  • ao endereço do estabelecimento em um mapa, estimulando a visita física;
  • para uma ligação ou conversa diretamente com a marca no Whatsapp;
  • a um formulário no próprio anúncio;
  • ou ainda para salvar uma imagem, instalar algum app ou adicionar um evento à agenda do celular.

Uma das possibilidades mais interessantes é promover campanhas com foco na conversão offline: a visita do usuário ao seu estabelecimento físico. A tecnologia de geolocalização é perfeita exatamente para esse tipo de ação, pois é possível mensurar as visitas físicas de usuários impactados pelos anúncios no digital. A verdadeira integração perfeita de dois mundos.

Além da otimização dos resultados, esse tipo de campanha permite:

  • tirar insights de horários para engajar a audiência e incentivar visitas em momentos de pouco fluxo no ponto de venda;
  • testar argumentos de visita para mapear o que funciona;
  • saber o tempo médio gasto por cliente na sua loja física;
  • ir além do online e entender o comportamento offline do seu público para trabalhar estratégias integradas.

Possibilidades de segmentação

Além do geobehavior que organiza a audiência em clusters – grupo de consumidores com afinidade comportamental, como chocólatras ou cinéfilos, por exemplo -, informações sociodemográficas também são disponibilizadas. Assim, variáveis como idade, gênero, classe social e profissão também podem ser usadas.

Outras informações que podem ser cruzadas na segmentação são: o tipo de smartphone, a operadora, a conexão de internet e o sistema operacional do aparelho.

Um recurso muito útil na plataforma da In Loco é a permissão para selecionar um público que frequenta certa região ou locais e exportá-lo para plataformas de mídia programática ou mídia exterior.

Rede In Loco: mais de 600 apps com formatos de anúncios variados

A In Loco é a maior rede de anúncios mobile da América Latina. Os anúncios são veiculados na sua rede que conta com mais de 600 aplicativos de diferentes categorias e públicos, voltados cada um para um momento.


83% dos usuários mobilers brasileiros possui em média até 10 apps em seus smartphones e usa, pelo menos, 8 deles semanalmente. E mais: entre os três formatos de publicidade preferidos estão os banner em sites e apps.

Os dados são do MMM Marketing Report 2017.


Os formatos disponíveis são variados: small banner, medium rectangle, interstitial, notificações push, native ads, expandable banner, lead ads e carousel ads. E o anunciante tem a flexibilidade para desenvolver criativos que chamem ainda mais a atenção do usuário, como é o caso Rich media, com recursos de engajamento como vídeo, áudio e animação.

Fonte: Alright Media/In Loco Media

Visualize alguns dos formatos em uma experiência prática aqui!

Métricas on e off: mensurando o real impacto da campanha

A In Loco permite uma mensuração com métricas tanto digitais quanto físicas, variando de acordo com o objetivo da campanha. Isso significa que para cada objetivo há uma forma de mensurar para avaliar o real sucesso das ações.

Para anúncios focados em performance online, você acompanha as impressões, cliques, CTR, usuários únicos, frequência, e as ações da audiência conforme direcionamento da campanha (instalação de apps, leads e visualização de vídeo ads, por exemplo). A In Loco ainda conta com a segurança da métrica de viewability, que contabiliza a impressão como válida apenas quando ao menos 50% do anúncio é visualizado na tela pelo tempo mínimo de 1 segundo nos formatos display e por no mínimo 2 segundos no formato de vídeo.

para anúncios com foco em resultado offline, é possível saber as visitas físicas geradas pela campanha e até a duração delas. Essa é uma forma inovadora de mensurar os impactos reais de uma campanha digital.

Vantagens dos anúncios mobile com geolocalização In Loco

  • São diversas possibilidades para impactar grandes audiências mas no melhor momento do dia de cada pessoa, de acordo com sua localização e suas atividades. Para marcas com um target amplo isso agrega muito.
  • Assim, você otimiza suas campanhas, pois não há dispersão do seu investimento, o que é ainda mais estratégico quando a marca precisa conversar com um público regional.
  • Você consegue mapear informações sobre o comportamento da sua audiência e ter insights não só para suas campanhas online, mas para o seu negócio como um todo, dispensando até investir em pesquisas de comportamento.
  • Por fim, a mídia mobile geolocalizada é competitiva por ser uma estratégia contextualizada com um poder de efetividade muito maior do que mídia convencional.

 

Agora que você já entendeu tudo o que precisava sobre o potencial da mídia mobile através da tecnologia de geolocalização da In Loco, entenda como pode otimizar suas campanhas e resultados! Preencha o formulário e entraremos em contato. Você também pode nos encontrar pelo e-mail comercial@alright.com.br.

Omnichannel: campanhas de mídia que integram on e off

Com desenvolvimento acelerado da tecnologia nas últimas décadas e a crescente penetração da internet em todas as camadas sociais, um novo perfil de shopper se configurou. O smartphone virou uma extensão do corpo. Estamos sempre conectados, consumindo online e querendo tudo na palma da mão.

Durante muito tempo, especulou-se sobre o digital acabar com o analógico. Quem nunca ouviu que os e-commerces acabariam com as lojas físicas, por exemplo? Que os meios tradicionais morreriam em função dos canais online? Mas, isso não aconteceu. E, aqui vai um exemplo da nova jornada de consumo:

 

Essa é apenas uma das possibilidades da experiência de consumo com diferentes canais. A partir deste cenário, temos a concepção de omnichannel: a integração de estratégias on e off para atender um novo estilo de vida e comportamento de compra.

Tendo isso em vista, aqui vão algumas perguntas: você está abordando e atendendo esse consumidor com todo o potencial possível? A sua marca está traçando uma estratégia completa para impactá-lo nesses diferentes momentos desse novo fluxo de consumo?

Omnishopper e a participação do smartphone na jornada de consumo

Omnishopper: esse é o termo que retrata o perfil do consumidor atual. Seu comportamento de consumo flutua por diferentes canais de forma bastante fluída, e o fio condutor de tamanha mudança é a tecnologia.

O Report Total Retail PWC 2017 revelou como o celular tem ganhado mais espaço como dispositivo de compra e pagamento:

  • 73% pesquisam preços de produtos e serviços pelo celular;
  • 46% usam o mobile para, de fato, comprar.

Assim, atualmente a compra via mobile é a terceira forma mais usada, juntando-se ao topo com as compras em loja física e via desktop. Simultaneamente, no entanto, mais de ⅓ desse público ainda mantém a frequência de visita às lojas físicas.

Quanto à experiência on combinada com a off:

  • 73% desses entrevistados gostaria de receber ofertas – principalmente personalizadas – em tempo real;
  • mas somente 44% estão satisfeitos com a abordagem das marcas;
  • ao mesmo tempo, os consumidores recomendam a melhora da informação e da experimentação física nos estabelecimentos.

Ou seja, embora muitos consumidores confiem ao dispositivo móvel uma tripla função – ferramenta de pesquisa, dispositivo de compra e método de pagamento – vemos que muitos outros têm claramente uma jornada de compra combinada. Enquanto uns pesquisam e compram produtos totalmente online, outros buscam no digital mas fecham a compra em loja física; e outros diversos fluxos mesclando essas etapas e canais por diante…

Esses números indicam a necessidade de impactar e viabilizar seus produtos, ofertas e descontos online, de forma personalizada e contextualizada, sem deixar de pensar no físico: seus estabelecimento e canais off e formas de integrá-los com o digital.

Campanhas de mídia omnichannel: como integrar os dois mundos

Aqui chegamos ao grande desafio das marcas nos dias de hoje: precisamos diminuir a distância entre os mundos online e offline, fazendo uma abordagem contextualizada ao máximo para cada omnishopper. Para isso, porém, é preciso diversificar os investimentos. Nesse processo, é claro, inevitavelmente, se faz necessária a quebra de certos paradigmas. Mas, não necessariamente rompendo com o trabalho que já vem sendo feito, e sim complementando as estratégias.

Confira alguns dos recursos práticos para combinar suas ações em uma estratégia verdadeiramente omnichannel nos quais temos expertise aqui na Alright:

Campanha mobile geolocalizada

O mobile marketing tem sido um caminho para romper a barreira entre os universos on e off que, na verdade, já não são dois mundos isolados. Nessa perspectiva, o geomarketing tem sido um recurso poderoso. Afinal, os locais que uma pessoa frequenta dizem muito sobre ela e sua rotina, o chamado geobehavior revela dados que podem ser usados de formas incríveis.

A In Loco Media, plataforma parceira da Alright que tem a maior rede de anúncios mobile da América Latina, possui a exclusiva tecnologia de geolocalização indoor que permite impactar o consumidor através de seu dispositivo móvel, seja em torno da loja física (ou outro determinado ponto) e dentro dela, com muito mais precisão que um GPS: a assertividade da localização exata tem variação apenas de um a três metros.

Lembra daquele 73% dos brasileiros que gostariam de receber ofertas personalizadas em tempo real? Com essa tecnologia é possível atender essa demanda impactando os consumidores dentro de estabelecimentos. Pensando nas possibilidades, pode-se sair na frente dos concorrentes mapeando públicos da concorrência e abordando todos que visitaram ou estão visitando determinados estabelecimentos no momento mais oportuno (pode ser tanto enquanto estiverem em contato com a concorrência quanto posteriormente).

E a integração não acontece só para a abordagem online da marca relacionada ao geobehavior (comportamento de localização) do consumidor. Ela facilita a avaliação do sucesso das ações de forma inovadora: é possível tanto mensurar com métricas digitais, como cliques e impressões, quanto offline, como visitas ao seu estabelecimento geradas via campanhas mobile (e você pode pagar apenas quando a visita acontecer). Incrível, não?

 

Para entender melhor como a tecnologia de mídia mobile por geolocalização funciona e suas formas de comercialização, recomendamos fortemente a leitura do nosso artigo Campanhas mobile geolocalizada: impacte o consumidor no momento e local oportunos.

 

 TvSync: Sincronia de mídia online e off em TVs

O TV Sync consiste na sincronização entre campanhas online e offline. Como funciona, na prática: assim que um anúncio é veiculado na televisão ou rádio, a campanha digital é ativada.

As possibilidades com essa tecnologia são muitas: desde usar a veiculação de seus próprios anúncios para ativar anúncios online até usar a de determinado concorrente como gatilho para uma ação de guerrilha. Também pode-se usar determinado assunto em pauta na programação aberta ou fechada para fazer uma abordagem mais contextualizada e aproveitar o momento em que possivelmente a busca no digital por aquele tema será maior.

A sincronização pode ser feita de variadas formas, conforme sua necessidade: com pesquisas online (como campanhas do Google Adwords), social ads (anúncios patrocinados no Facebook, por exemplo), ou ainda campanhas de vídeo e display.

Usar o TvSync em suas campanhas de mídia é uma forma de recapturar a atenção do consumidor e tanto reforçar a mensagem quanto aumentar o tempo de exposição e contato dele com sua marca. Ambas, ações estratégicas no comportamento multitelas do omnishopper, que tem a atenção mais dividida e, logo, mais dispersa.

O interessante também é que, com o TvSync, você potencializa a performance de suas campanhas (afinal, explora os momentos em que o usuário já foi impactado pela campanha em TV e continua a abordagem via dispositivo móvel, em um momento em que ele está mais propenso à ação desejada). Você consegue medir, analisando e comparando KPIs do site ou campanha digital, o efeito que seus anúncios em televisão ou rádio geram e como estão performando.

 

Quer entender mais sobre cada possibilidade e como funcionam? Descubra como essas estratégias são aplicáveis às suas campanhas. Preencha o formulário e entraremos em contato. Você também pode nos encontrar pelo e-mail comercial@alright.com.br.

Monetização contínua de sites e blogs para produtores de conteúdo

São muitos os publishers produzindo conteúdo de qualidade, seja por hobbie ou mesmo como um projeto profissional, que geram um grande volume de visitas e impressões e até rendem algumas parcerias aqui ou permutas ali. Mas, não um retorno financeiro significativo e contínuo. Isso acontece, frequentemente, por duas razões:

  • desvalorização por parte do mercado do trabalho e do potencial de mídia desses veículos digitais locais;
  • desconhecimento por parte dos publishers sobre quanto seu trabalho e audiência são relevantes e sobre as formas que podem gerar uma receita fixa.

Se enxergou nessa situação? Justamente pensando nisso nós, aqui da Alright Network, temos uma proposta para você, produtor de conteúdo, monetizar continuamente seu trabalho. Entenda como!

Alright Network: Monetização full time de sites e blogs

Existem muitas maneiras de monetizar os espaços potenciais para mídia do seu site. E você provavelmente já ouviu falar sobre algumas delas ou até faz uso, como banners patrocinados, publieditorial, review de produtos de marketing de afiliados e por aí vai.

Dentre elas, está o uso de plataformas inteligentes que são instaladas no seu canal digital e veiculam automaticamente, em espaços pré-determinados, publicidades em variados formatos. A sua receita vem das impressões ou cliques dos anúncios. E é nesse tipo de monetização que a A/Network entra.

Vantagens da monetização com a A/Network

Possuímos o que há de mais avançado em tecnologia de mídia programática, native ads, vídeo e shopping e as aplicamos no site, rodando continuada e ilimitadamente anúncios que geram continuamente receita para o seu conteúdo.

As vantagens do nosso modo de monetização, em comparação com as demais formas, são:

  • receita contínua (não por campanha ou prazos determinados);
  • sem necessidade de negociação constante com anunciante por cada espaço;
  • cuidamos de toda a implementação, operação e monitoramento de um adserver próprio, e você acompanha os resultados de perto com dashboards;
  • trabalhando com as melhores plataformas e que melhor pagam no universo de mídia programática;
  • somos uma rede premium de publishers com mais de 200 veículos, entre eles: Grupo RScom, Folha de Londrina, Rádio Guaíba, CGN e outros;
  • mais tempo para o publisher resolver outras questões, como a produção do conteúdo de qualidade;
  • e outros benefícios, que variam conforme módulo de operação (entenda abaixo).

Módulos opcionais de monetização

Os dois módulos de monetização contínua com os quais trabalhamos têm propostas diferentes para garantir flexibilidade para o publisher escolher o mais interessante e adequado para seu perfil e audiência.

Em ambas, as possibilidades de anúncios são bastante variadas. Os formatos vão desde em vídeo; banners como billboard; interstitial ads (anúncios de página inteira que surgem antes ou após um conteúdo ou ação do usuário), native ads (anúncios mais naturais e contextuais, menos intrusivos) e outros.

Explicados esses pontos importantes, vamos aos módulos:

Módulo Programmatic Revenue Optimization

Aqui fazemos toda a parte de prospectar e negociar com as plataformas de publicidade.
Instalamos e configuramos o adserver no seu site para rodar – ilimitadamente e com recurso de segmentação adequado ao contexto e perfil da sua audiência – peças publicitárias em espaços delimitados e pré-acordados. Ficamos responsáveis pelo monitoramento dos resultados (incluindo compartilhamento com você) e a cobrança dos pagamentos pelas plataformas.

Módulo Alright Network Membership Program

Já nesse módulo, a parceria de monetização e benefícios entre a Alright Network e o publisher é maior. A todos os pontos que o módulo anterior englobam, a proposta é o veículo confiar plenamente em nossa expertise e tecnologia.

A A/Network se responsabiliza pela parte comercial dos espaços publicitários do canal como um todo. E, além disso, também abraça a parte de TI do portal e seus custos, cuidando com recursos de ponta de questões como: domínio, hospedagem e manutenção do site. A intenção é deixar o site o mais preparado possível para a geração de receita e o publisher com mais tempo para focar na produção de novos e cada vez melhores conteúdos.

Ficou interessado em monetizar seu site através da Alright ou tem alguma dúvida?

Preencha o formulário que entraremos em contato!

Você também nos encontra pelo e-mail publishers@alright.com.br ou pelo telefone (51) 3029-2460 (Porto Alegre). Vamos conversar!

Tecnologia no agronegócio: Como impactar o produtor rural conectado

A transformação digital renova os processos das empresas e cria novos hábitos entre consumidores e clientes. Bilhões de dispositivos já estão conectados à Internet e, em poucos anos, outros bilhões também estarão. É comum a tecnologia destacar-se quando conecta pessoas em grandes centros urbanos através de aplicativos de mobilidade, por exemplo. Porém, a revolução digital não fica para trás no campo.

O portal CGN, parceiro da Alright Network, esteve no Show Rural Coopavel em Fevereiro, e mostrou algumas tecnologias ao alcance do agronegócio brasileiro, como a FarmGO, uma plataforma de Agricultura Digital, nacional, que reúne em um único lugar informações do plantio até a colheita. É uma ferramenta que melhora a performance da lavoura, identificando os pontos de baixa produtividade e auxiliando na tomada de decisões para as ações corretivas. No mesmo evento ainda foram apresentados robôs ordenha, que juntamente com outras informações beneficiarão a saúde do gado e um sistema de placas solares exclusivo do Show Rural Coopavel.

Ainda sobre o evento, nosso parceiro Agrolink destacou a presença da GSI e sua novidade, a plataforma EDGE. Direcionada para a gestão de equipamento à distância, permite a produção em tempo real, mesmo de longe. Ainda possui integração com outros softwares de análise e gestão.

E esses são só alguns exemplos do que a tecnologia está fazendo pelo agronegócio. Há muito mais!

A digitalização do campo e sua importância

Segundo a ONU, em 2050, a produção de alimentos aumentará cerca de 70%. O combustível para essa revolução? A digitalização do campo. As tecnologias de informação e comunicação têm o poder de transformar os processos tradicionais quando aplicadas em diferentes cadeias da agricultura, como grãos e frutas e da agropecuária, gado de corte e de leite, entre outras.

O IoT (Internet of Things) ocorre na prática, por exemplo, quando o produtor rural utiliza acesso remoto via rede móvel – como aplicativos de smartphone – para consultar dados levantados por sensores em campo ou drones. Outro exemplo é a conexão dos sensores do maquinário, silos e criadores, controlando temperatura e umidade, além de sistemas rastreadores que monitoram a saúde de animais.

Ainda existe muito espaço para otimização dos processos agrícolas: do cultivo à entrega. Pode-se tornar essa cadeia mais barata, aumentar a acessibilidade e diminuir as taxas de desperdício.

O perfil e comportamento do atual homem do campo

Com os avanços da tecnologia e sua presença nos espaços rurais e agrícolas – física e mercadologicamente falando – o homem do campo hoje não está mais nos moldes demográficos e comportamentais de antes.

Segundo a Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio, que fez uma pesquisa recentemente sobre o comportamento e os hábitos do produtor rural, revelou que o perfil dele está ficando mais jovem: a faixa que era de 48 anos em 2013, hoje é de 46 anos. Somando isso com a democratização do acesso à Internet temos o dado de que 55% dos profissionais do agronegócio costumam acessar a Internet – a maioria diariamentepara buscar informação e atualização sobre seu mercado.

Esse índice é um grande marco na mudança do consumo de conteúdo por parte do produtor rural, que agora não olha apenas televisão e ouve rádio: a Internet está alcançando a popularidade desse meio mais tradicional. Ele é conectado e consome cada vez mais conteúdos na Web sobre o segmento agribusiness.

E a tendência é que essa transformação digital se expanda, amadureça e se consolide. Por isso a pertinência das marcas pensarem em estratégias de comunicação nesse novo contexto desde agora.

 

Novas estratégias para impactar o novo perfil de produtor rural

Não adianta você aumentar o investimento, você precisa direcioná-lo de forma eficiente. Considerando as mudanças no comportamento do profissional do agronegócio, consequentemente, mudanças no modo de anunciar e se conectar com ele são fundamentais. Por isso, fica a reflexão: você está usando as melhores estratégias para conversar com seu público?

Aqui na Alright, temos diversas soluções digitais entre as opções para impactar o produtor rural que está conectado – e os que ainda se conectarão. Conheça algumas possibilidades:

  • anuncie nos maiores e melhores portais regionais do Brasil com a rede premium de publishers que a Alright Network possui;
  • faça diferente e se destaque com a estratégia de BrandDay: um dia exclusivo – e intenso – de anúncios da sua marca exibidos inteiramente em uma rede de veículos selecionados, combinando formatos de alto impacto para falar diretamente com seu público;
  • conte com a hipersegmentação por geolocalização mobile em seus anúncios: conseguimos impactar quem visita sua loja, eventos da área e vários outros locais característicos do agribusiness;
  • seus anúncios online sincronizados com as campanhas offline veiculadas na televisão e rádio.

Quer entender mais sobre nossas soluções estratégicas e completas para realmente impactar o empreendedor rural? Vamos conversar!

Solicite contato pelo e-mail: comercial@alright.com.br

 

Sobre a Alright

Somos um hub de inovação que integra um time de parceiros com soluções completas, prontos para os desafios da mídia digital. Atuamos com a curadoria de plataformas de segmentação e distribuição de mídia e conteúdo em diversos formatos e canais estratégicos, de acordo com a necessidade e os objetivos de cada anunciante.

A/Network: Conheça e faça parte da rede premium de portais locais do Brasil

Você tem um portal de notícias, entretenimento ou mesmo especializado em algum assunto? Saiba que você pode fazer parte da Alright Network e começar a ter retorno financeiro com seu site ou, se for o caso, aumentar a receita que já possui.

Conheça a Alright Network

Somos um hub de inovação e tecnologia voltado para a distribuição de mídia e conteúdo em canais digitais. A A/Network é uma rede de publishers locais em diferentes estados do Brasil que, justamente, foi desenvolvida com nossa expertise em diferentes e tecnológicos formatos de mídia e modelos de negócios. O propósito é valorizar os produtores regionais de conteúdo – frequentemente desvalorizados e até explorados pelo mercado – oportunizando a geração de receita com seus espaços potenciais para veiculação de mídia.

Por isso, se suas respostas foram positivas para as perguntas no início desse artigo, você pode fazer parte da A/Network!

Como funciona?

A lógica é bastante simples: você gera impressões com a audiência do seu portal para determinadas peças publicitárias (que nós mesmos instalamos no seu site, em espaços pré-acordados e podem ser em variados formatos) e tem um retorno financeiro proporcional às impressões das campanhas.

São três módulos, cada um tem um modelo de funcionamento e é indicado para um perfil de publisher. Entenda:

Módulo 1 – On Demand

No primeiro módulo, nossa proposta é uma parceria entre a A/Network e o publisher para a veiculação de certa(s) campanha(s) de mídia nos espaços potenciais em seu canal. A parceria pode ser para apenas uma campanha pontual ou para mais de uma vez, conforme demanda dos anunciantes da Alright. A receita é gerada com base em um X de impressões diárias pela qual pagamos.

Módulo 2 – Programmatic Revenue Optimization

Nesse módulo, a parceria evolui para a monetização contínua do seu espaço de mídia através de uma plataforma especializada, que instalamos e configuramos no seu site. Ela funciona veiculando peças publicitárias nos espaços delimitados e gerando impressões de modo full time (sem interrupções ou prazo determinado). Logo, você tem um retorno financeiro que também é contínuo.

Módulo 3 – Alright Network Membership Program

Esse é o módulo com maior potencial para gerar receita, além de agregar vários benefícios para o publisher. Nele, o veículo passa a fazer parte da A/Network, junto com todos os demais publishers que integram nosso time. O que acontece é que a Alright assume todos os custos do seu portal (domínio, hospedagem e manutenção) e usa toda a expertise em tecnologia para preparar seu site para rodar full time campanhas de mídia em páginas e espaços determinados.

De forma prática, a Alright Network se responsabiliza pela comercialização dos espaços publicitários e questões de TI do site. Enquanto isso, o publisher pode focar totalmente na produção de conteúdo de qualidade. E, assim, a receita não só é gerada, mas também tende a crescer mês a mês. Afinal, quanto melhor for seu conteúdo, maior a probabilidade de sua audiência e impressões das campanhas aumentarem – e sua receita também, certo?

 

Ficou interessado em monetizar seu site através da Alright?
Preencha o cadastro que entraremos em contato!

Publishers que contam com a expertise e a tecnologia da Alright Network

O Diário 24Horas, portal de notícias paranaense e os sites gaúcho PPNews e Rádio São Luiz também tornaram-se publishers da rede recentemente. Inclusive, produziram matérias contando a novidade. Confira na íntegra:

Conheça alguns outros canais digitais que já fazem parte do time da A/Network:

Entre em contato com a gente pelo e-mail publishers@alright.com.br ou pelo telefone (51) 3029-2460 (Porto Alegre). Vamos conversar!

Transformação digital no varejo: o que você não pode deixar de saber sobre a NRF 2018.

Todos os anos, milhares de varejistas brasileiros desembarcam em Nova York para buscar visão de futuro e inspiração para seus negócios na Retail’s Big Show da NRF (National Retail Federation). O Brasil representa a terceira maior delegação do evento, e por aqui se tornaram praxe os eventos “pós-NRF” realizados por associações comerciais e sindicatos para trazer os pontos altos do que foi visto por lá. Este ano a Alright esteve em dois destes eventos: Pós-NRF do Sindilojas Porto Alegre e o outro promovido pelo CDL Porto Alegre. Leia abaixo os pontos que destacamos.

 

 

  • 2018 será o ano da consolidação de tendências.

As palestras da NRF tradicionalmente eram marcadas por visões futuristas sobre o uso da tecnologia no varejo. Fornecedores de diversos países exibiam protótipos de realidade virtual, reconhecimento facial, atendentes-robôs e outras maravilhas tecnológicas que ainda estavam distantes da realidade do consumidor. Poucos varejistas adotavam o que era exibido na feira e, ainda assim, sem grande escala em suas redes de lojas.

Neste ano, o papo foi bem diferente. Os avanços tecnológicos estão cada vez mais presentes no dia a dia das lojas virtuais e físicas também. A internet das coisas, cada vez mais economicamente viável para o varejo, está permitindo uma conexão maior entre o nosso comportamento no PDV e os nossos dados disponíveis em plataformas de mídia programática.

 

  • O fim da barreira entre o físico e o digital.

A adoção de tecnologia pelos consumidores se tornou mais popular e ampla em todas as camadas da sociedade. Assim, a conexão entre os dados coletados no PDV e o nosso comportamento no digital está cada vez ao alcance de todo varejista, seja pequeno médio ou grande. Isso se dá muito por conta do smartphone que se tornou o elo de ligação entre o físico e o digital. O celular se converteu no principal canal de comunicação entre marca e consumidor. Rod Sides, vice presidente da Deloitte apresentou algumas informações sobre consumidores norte-americanos, entre elas o fato de que 92% dos consumidores utilizam o mobile enquanto compram e 89% enquanto assistem TV. No Brasil, o tráfego mobile já é mais de 70% do consumo de conteúdo de entretenimento e notícias. No último Black Friday cerca de 23% das compras em e-commerce foram feitas através do celular.

Não importa se a compra é feita pela internet ou loja física. As marcas que não souberem se comunicar no mobile não sobreviverão aos novos tempos. Além disso, nossos smartphones dizem muito sobre o nosso perfil comportamental e de consumo, permitindo que o varejo entenda individualmente nossa intenção de compra. Um exemplo de como isso acontece é a tecnologia exclusiva da In Loco Media capaz de utilizar o geobehavior através do histórico de localização para determinar se estamos interessados em algum produto.

 

  • Demográfico vs People Based Marketing.

Toda essa evolução tecnológica e coleta de dados tornou marketing baseado no comportamento da audiência como novo padrão do varejo. Somos capazes de multiplicar as oportunidades de negócios quando consideramos a individualidade e a intenção de consumo, para determinar o melhor momento de abordar o consumidor. Este ponto foi bastante abordado  por Martin Barthel, head de estratégia em Varejo e Comércio Global do Facebook na NRF.

As conexões de diferentes fontes de dados com as plataformas de mídia e conteúdo são o dia a dia da Alright. Cada plataforma que utilizamos traz diferentes fontes de dados e algoritmos especializados em compreender o comportamento do consumidor e, de um modo geral, a NRF foi uma confirmação de muitas soluções e ferramentas que trouxemos para o nosso mercado.

 

  • (Des)humanização dos canais de venda.

Os chatbots definitivamente invadiram o cenário do varejo mundial. A capacidade de contato com o consumidor está atingindo uma escala praticamente infinita, quando automatizamos essa interação através de robôs nos chats e canais de venda digitais. Porém ainda temos muito a evoluir no que diz respeito à capacidade dos chatbots compreenderem individualmente cada consumidor. A inteligência artificial, que evolui a cada dia, assume então um papel protagonista na construção desse diálogo. Existe uma corrida entre plataformas de tecnologia como o Google, Facebook, Outbrain entre outros, para construir os melhores algoritmos de interpretação de comportamento e interação com consumidor.

Ao mesmo tempo, o consumidor não deixa de exigir um contato mais humano e em canais cada vez mais adequados ao seu perfil. Neste sentido, WhatsApp e Instagram estão se tornando cada vez mais canais de venda direta com o consumidor. Isso significa que, enquanto os chatbots não evoluem o suficiente para tornar essa interação humana cada vez mais escalável precisamos olhar atentamente para as formas de conduzir o consumidor até os canais que permitem essa interação 1 a 1 com um atendente capacitado.

Michelle Bacharach, CEO da FINDMIND destacou: “Consumidor gasta 200% a mais quando você mostra o que ele precisa comprar.”

 

  • Branding e performance conectados.

Para finalizar, o resumo da NRF 2018 é: a tecnologia está permitindo que a comunicação de marca e conteúdo estratégico estejam cada vez mais conectados à performance em vendas, seja no PDV físico ou no e-commerce. O fim da fronteira entre o físico digital também está marcando o fim da fronteira entre o branding e a performance.

Quer conhecer todas as soluções da Alright para o segmento do varejo? 

Entre em contato conosco pelo e-mail comercial@alright.com.br para agendar uma apresentação.

Contratar Agência vs Internalizar: qual a melhor opção?

Existe um movimento de internalização do trabalho das agências de publicidade pelos departamentos de marketing de algumas marcas. Pepsi, Nestlé e outros grandes players do mercado anunciaram que estão trazendo parte dos serviços das agências para dentro de suas estruturas. Qual o impacto desse movimento para o setor? Será que essa é uma alternativa que melhora o resultado final de reconhecimento de marca? Ou somente a performance de vendas?

Foi com o objetivo de esclarecer estas dúvidas que o Grupo Digital RS realizou este debate com transmissão da Alright nos canais do portal Coletiva.net, Grupo de Mídia RS e Abradi RS.

Assista ao debate completo e tire suas conclusões sobre o assunto: